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OBESIDADE EM CÃES E GATOS

 

Obesidade-em-cães-e-gatosA obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo gordura em níveis maiores que os necessários para o bom funcionamento do organismo, prejudicando suas funções fisiológicas.

Atualmente, esse distúrbio é uma questão de saúde pública e uma preocupação mundial tanto para humanos quanto para os pets. Cães e gatos já são considerados parte da família, e com isso estão mais próximos dos hábitos alimentares e estilo de vida do seus tutores.

A prevalência de casos de obesidade nos animais tem aumentado significativamente, e já estima-se que a obesidade no Brasil varie na faixa de 6 a 12% da população de gatos e 25 a 45% da população de cães.

A maioria dos tutores não reconhece ou simplesmente ignora o excesso de peso do seu pet e por isso não se preocupa em levá-lo ao Veterinário. É muito importante ter em mente que, o controle da obesidade não é somente para tratar um problema estético e sim para prevenir várias doenças.

 

FATORES QUE LEVAM À OBESIDADE

Alimentação: Hábitos alimentares incorretos relacionados à baixa qualidade da dieta oferecida pelos tutores (muitas vezes até com alimentos caseiros) e número de refeições influenciam no aumento de peso do animal.  Existe também a superalimentação, que é o fornecimento do alimento em excesso, oferta de petiscos calóricos e sobras de refeições.

Sedentarismo: A falta de exercício é um dos principais fatorem que levam o animal a ficar obeso.

Genética do animal: Animais que são predispostos à obesidade são: Cocker Spaniel, Labrador, Golden Retriever, Shetland Sheepdog, Dachshund, Basset Hound, Schnauzer, Springer Spaniel, Chihuahua e Pug. Não há relatos de predisposição à obesidade entre as raças de gatos.

Castração: A obesidade é duas vezes mais frequente em animais castrados. Contudo, os benefícios desse procedimento ainda são mais importantes e ele é recomendado. É necessário apenas um maior cuidado com o sobrepeso.

Idade: A incidência deste distúrbio metabólico aumenta com a idade, sendo que o intervalo de idade de maior prevalência se situa entre 5 a 10 anos.

Distúrbios endócrinos: Diabetes Mellitus, hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo são os principais distúrbios associados à obesidade.

Sexo: para os cães, a obesidade é mais comum nas fêmeas quando comparadas a machos da mesma faixa etária, já para os gatos, os machos têm maior predisposição.

 

AS DOENÇAS ASSOCIADAS

Não só pelo fator estético, a obesidade deve ser combatida porque leva a várias alterações sistêmicas oferecendo risco à saúde do animal:

– Doenças cardiovasculares

– Doenças osteoarticulares

– Doenças de pele

– Lipidose hepática (acúmulo de gordura no fígado) que ocorre principalmente nos felinos

Além dessas doenças, o animal tem deficiências na imunidade, aumentam os riscos cirúrgicos e anestésicos e diminui a expectativa de vida.

 

DIAGNÓSTICO

Animais são considerados obesos quando o seu peso corporal ultrapassa 20% do ideal de sua raça.

O veterinário realiza uma série de exames físicos que incluem avaliar o escore corporal, realizar a pesagem, inspeção visual e palpação da gordura tecidual. O animal também deve passar por uma série de exames laboratoriais incluindo hemograma, urinálise, bioquímicos e hormonais, para verificar a saúde geral e descartar outras doenças associadas.

 

PREVENÇÃO

Devemos mudar alguns hábitos:

– Fornecer alimentos balanceados e nas quantidades adequadas a sua necessidade diária. Para isso é essencial consultar um médico veterinário, pois é ele quem vai indicar o alimento adequado e específico para seu pet;

– Estimular exercícios físicos regularmente;

– É importante sempre levar seu pet ao médico veterinário para consultas e check ups, ao menos uma vez por ano.

 

CONCLUSÃO

Entendendo um pouco mais sobre esse distúrbio nutricional, conclui-se que o excesso de peso é uma condição debilitante da saúde, e que o Médico Veterinário é o profissional capacitado para identificar, diagnosticar e estabelecer metas para reverter o quadro o mais rápido possível.

Pelo bem do seu pet, é importante instituir um plano de emagrecimento e incentivar a mudança de hábitos e comportamentos.

 

Paula Bassi

 

Paula Boeira Bassi
Médica Veterinária
CRMV/RS 13320

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Intoxicação em Cães e Gatos – Saiba o que fazer em casos de intoxicação, o socorro imediato pode salvar a vida de seu cão

A utilização crescente e abusiva de substâncias químicas não acompanhada de precauções e cuidados necessários, vem causando sérios problemas de saúde tanto às pessoas quanto aos animais. As intoxicações podem ser causadas pela ingestão, aspiração ou introdução no organismo, acidental ou não, de substâncias tóxicas.

Com relação ao registro dos acidentes pelas clínicas veterinárias, podemos dizer que há uma certa frequência de casos e diante da seriedade desses acidentes, cabe a nós médicos veterinários conscientizar as pessoas dos riscos, visando a prevenção.

Vamos falar aqui das intoxicações causadas por substâncias utilizadas de forma errada para eliminação dos ectoparasitas, ou seja, para tratar sarnas e eliminar pulgas e carrapatos do animal.

Existem muitos inseticidas e acaricidas que são seguros no mercado, desde que se preste atenção ao modo correto de utilizar. As intoxicações ocorrem com muita frequência, justamente pelo fato do desconhecimento pelo tutor na forma de uso do produto.

Quando há a intoxicação por esses produtos, ocorrem alterações nervosas (agitação, torpor, convulsões), digestivas (salivação, vômitos, diarreia), oculares (lacrimejamento, pupilas dilatadas) e respiratórias (dificuldade respiratória, mucosas cianóticas).

Produtos que são somente para dedetização do ambiente (Butox®, por exemplo), são usados de forma errada, como na forma de banhos no animal. Além disso esse produto vem com uma concentração alta e deve ser diluído para ser colocado no ambiente. Leia a bula do Butox® e veja as orientações do produto (se usa na forma de banhos em bovinos somente), não é indicado para tratamento de ectoparasitas em cães ou gatos.

Outro tóxico que as pessoas comumente utilizam de forma errada é a Creolina®, indicada na limpeza de ambientes, e quando aplicado diretamente no animal pode ser extremamente tóxico causar irritação e queimaduras na pele, olhos, boca e garganta; vômitos e dores abdominais; danos ao coração, fígado e rins; anemia; paralisia facial, coma e até levar a morte.

Os produtos a base de piretrina e permetrina geralmente de uso tópico (talcos, shampoos, sabonetes e coleiras) são seguros se corretamente utilizados, existe uma quantidade ideal para cada tamanho e peso do animal, e também não devem ser utilizados concomitantemente na hora do banho por aumentar muito o risco de intoxicação.

Os produtos acaricidas, para tratar sarna (Amitraz, por exemplo) devem ser diluídos corretamente e utilizados somente em cães. Se no rótulo ou bula do produto não for especificado o uso em gatos, NÃO utilize.

Existem os pesticidas a base de organosfosforados e carbamatos que são extremamente tóxicos para humanos e animais domésticos. Cuidado com os venenos para insetos (Baygon®, Raid® ), o spray se deposita no chão e seu animal pode pisar e/ou lamber o produto.

 

Meu pet foi intoxicado, o que fazer?

Encaminhe imediatamente para o veterinário. Lembre-se que quanto antes o animal for atendido, maior a chance de salvar seu pet.

Você pode ligar para o CCI (Centro de Controle de Intoxicação) o telefone vem no rótulo do produto, quanto mais informações você der, maior a chance de que seu pet seja tratado a tempo e com qualidade.

O tratamento das intoxicações deve ser sempre realizado por um Médico Veterinário. NUNCA medique seu pet por conta própria, nem subestime o poder de toxicidade de certos produtos. Muitas vezes o tutor “acha” que vai melhorar sozinho ou resolve tratar com “receitas caseiras”, como dar um leite ou clara de ovo, e isso pode piorar o quadro clínico diminuindo as chances de salvar seu animal.

Leve junto o frasco ou qualquer informação sobre o veneno, pois, se há conhecimento do tóxico que o animal teve contato, muitas vezes pode ser administrado antídoto.

Muito importante saber informar o veterinário sobre o tempo de exposição e quantidade ingerida, pois quanto maior for o tempo em que seu animal ficou exposto aos produtos químicos, e maior a concentração do agente químico, maiores serão as possibilidades deste produto causar danos à saúde.

 

Vamos prevenir para que isso não aconteça?

– Utilizar produtos prescritos pelo Veterinário.

– Sempre leia a bula antes de utilizar o produto

– Não usar inseticidas sem orientação prévia.

– Na dúvida de utilizar qualquer substância no animal ou no ambiente, entre em contato com o Veterinário do seu pet, é a melhor pessoa para te instruir.

Paula Bassi

 

Paula Boeira Bassi
Médica Veterinária
CRMV/RS 13320

 

 

INTOXICAÇÃO POR CHOCOLATE

Chega a época da Pascoa e nós queremos agradar as pessoas mais especiais e até nossos pets que fazem parte da família. Se você adora compartilhar chocolate com o seu animalzinho, saiba que isso pode ser muito perigoso.

Como é uma época em que muitas pessoas ficam com chocolate em casa, tem chocolate no sofá, na mesa, na cadeira, ou seja, existe uma grande possibilidade do seu animal ter acesso, por isso, tome muito cuidado!

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Composição do Chocolate

O chocolate tem em sua composição carboidratos, lipídeos, aminas biogênicas, neuropeptídeos e metilxantinas (teobromina e cafeína), sendo esses últimos os mais tóxicos para os animais. As metilxantinas são os maiores causadores de intoxicação nos cães e a quantidade de teobromina varia de acordo com o tipo de chocolate.

A teobromina é encontrada no cacau em quantidade bem superior a cafeína, e a quantidade dessa substância é maior nos chocolates amargos, que possuem menor concentração de lipídios. No caso do chocolate branco por ter maior matéria lipídica em sua composição e menor quantidade de cacau, tem menor teor de teobromina e não oferecem tanto risco para os cães.

Contudo, a cafeína, embora seja encontrada de 3 a 4 vezes em menor quantidade no chocolate do que teobromina, também contribui para o quadro de intoxicação.

 

Você sabia que apenas 25g de chocolate pode envenenar um cão de 20kg?

A dose tóxica varia de acordo com o porte físico do animal, a sensibilidade do animal à teobromina e também com o tipo de chocolate que é ingerido.

 

Sinais de intoxicação

Os sinais podem aparecer de 6 a 12 horas após a ingestão de chocolate, podendo persistir por até 6 dias, pois é o fígado que processa essas substâncias.

As metilxantinas são rapidamente absorvidas pelo trato gastrointestinal. Após cair na corrente sanguínea, estas substâncias alcançam diversas partes do organismo e, quando atingem o sistema nervoso central, causam excitação como tremores e convulsões.

O animal também poder ter associado outros sinais como: diarreia, vômito, dilatação abdominal, inquietação (incômodo, agitação), aumento da ingestão de água, aumento da respiração e batimentos cardíacos, febre e até coma. Em alguns casos, também pode ocorrer hemorragia intestinal.

Ainda há o fato de que, como o chocolate possui grande quantidade de gordura, o pâncreas também sofre importantes danos.

 

Tratamento

Nunca dê leite para o seu animal!!!

Quanto mais cedo levar ao veterinário, maior a chance de sobrevida. Não há um tratamento específico para a intoxicação por chocolate, somente é feito tratamento de suporte. Se a ingestão for recente (até 3 horas) pode ser feita a indução do vômito ou até lavagem estomacal. A fluidoterapia (soro) deve ser realizada, para reidratação e reposição dos eletrólitos. Outros tratamentos são feitos de acordo a avaliação individual de cada animal.

Existem vários chocolates próprios pra cachorro. Proteja seu pet, essa dica não está restrita apenas à época da Páscoa, mas a todos os dias do ano!!!

Paula Bassi

 

Paula Boeira Bassi
Médica Veterinária
CRMV/RS 13320

 

 

Parece milagre, mas é acupuntura veterinária

O centro de radiografia próprio da Pet Center Canoas possibilita diagnósticos mais rápidos e tratamento mais eficaz.
O centro de radiografia próprio da Pet Center Canoas possibilita diagnósticos mais rápidos e tratamento mais eficaz.

A acupuntura é uma técnica milenar consagrada na China e difundida em todo o mundo. Ela é um dos tratamentos mais antigos utilizados para tratar humanos e animais, sendo uma especialidade reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Sim, animais. Pouca gente sabe, mas ao mesmo tempo em que se desenvolvia para o tratamento de humanos a acupuntura evoluía no tratamento de cavalos e outros animais. Ela é amplamente utilizada hoje em cães e gatos como tratamento complementar. Além de ser indolor ela dificilmente tem contraindicações.

O tratamento consiste em reestabelecer o equilíbrio energético do animal com a colocação de finíssimas agulhas e/ou com a utilização de moxa (Artemisia Vulgaris) em pontos estratégicos do animal e com a utilização de ervas por via oral. Além de reestabelecer o equilíbrio energético também são liberadas substâncias que ajudam o sistema imunológico e endócrino a manter a qualidade de vida do animal.

Muitas são as doenças que podem ser tratadas pela acupuntura. Podemos tratar problemas de pele, paralisias, distúrbios comportamentais, cistite, dentre outras. Mas sem dúvidas a doença mais conhecida, e que apresenta os resultados mais surpreendentes no tratamento, é a cinomose. Animais que ficaram meses sem andar por sequelas da doença voltam a correr e ter uma vida normal com algumas sessões.

O tratamento é individualizado, ou seja, cada animal é tratado de maneira única e exclusiva, com agulhas descartáveis, e não há necessidade de ser sedado em nenhum momento. Como a acupuntura estimula o próprio organismo a se curar, os resultados e o número de sessões necessárias podem variar de acordo com o estado de saúde do paciente.

Mais rápido ou mais lento, o importante é que todos os pacientes alcançam ganhos na melhoria da qualidade de vida com o alívio de dores e do desconforto causado por diferentes doenças. E como a Pet Center Canoas possui espaço próprio de radiografia, o diagnóstico e tratamento são muito mais objetivos, efetivos e rápidos.

Converse com seu veterinário sobre isso, e se precisar, estou à disposição.

 


Rosane Lopes Colares
Médica Veterinária
CRMV/RS 7082

Para os pets, prevenir também é o melhor remédio

DeeDee_DogTag_03_ResizedAssim como os humanos, nossos pets também necessitam de revisões anuais, os chamados check-ups, principalmente quando começam a ficar idosos.

A partir dos sete anos, em geral, os cães e gatos iniciam a fase geriátrica que pode vir associada a várias doenças comuns dessa fase da vida.

Algumas podem se desenvolver em função de predisposição genética, outras por alterações endócrinas (tireóide, adrenais etc), algumas influenciadas pela alimentação ao longo da vida, obesidade e sedentarismo. Conheça algumas delas:

DOENÇAS CARDÍACAS: São muito comuns em pets idosos. Seus primeiros sinais clínicos incluem tosse seca, cansaço, dificuldade respiratória e cianose (língua de coloração arroxeada) ao se agitar. Caso o proprietário perceba qualquer dessas alterações, é de extrema importância a investigação, pois, quanto mais precoce o diagnóstico, melhores as chances de tratamento e sobrevida.

INSUFICIÊNCIA RENAL: Também,  muito comum, sendo acompanhada de emagrecimento progressivo, vômitos, diarreia, poliúria e polidipsia (urinar e beber água em maior quantidade). Se identificada precocemente, há controle, com cuidados alimentares e visitas periódicas para fluidoterapia (soro).

ALTERAÇÕES ÓSSEAS OU ARTICULARES: Apresenta sinais clínicos como dor, claudicação (mancar), dificuldade para se locomover ou levantar e relutância para subir escadas.

NEOPLASIAS (TUMORES): São frequentes nesta idade, sendo a maioria ligada a fatores genéticos. Se, ao acariciar seu pet, perceber qualquer aumento de volume, nódulos, manchas, leve-o para avaliação. Ainda existem neoplasias que podem se desenvolver em órgãos como fígado, baço, pulmão. Para isso, se realizado exames de imagem periodicamente, as chances do diagnóstico precoce e tratamento aumentam a sobrevida.

Sendo assim, quando seu animal de estimação chegar nesta fase, realize check-ups anuais, principalmente para medidas preventivas. Muitas doenças podem ser prevenidas e tratadas mais facilmente quando estão nos primeiros estágios e possibilitam um melhor controle. Além disso, não esqueça de levar seu pet para a vacinação, pelo menos uma vez por ano, e já fazer uma avaliação com seu veterinário. Afinal, seu pet, faz parte da família.

Dayane Borba da Silva

 

Dayane Borba da Silva
Médica Veterinária
CRMV/RS 10998

Os 6 grandes benefícios da castração

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Este é um assunto bastante importante para você que ama seu animalzinho de estimação. Os benefícios vão além do controle de população, ou seja, temos muito mais com o que nos preocuparmos.

Leia com atenção as dicas a seguir, elas serão esclarecedoras:

1º REDUZ RISCO DE DOENÇAS – a castração feita nos primeiros meses de vida, preferencialmente antes do primeiro cio, ajudando a prevenir uma série de doenças como: grave infecção uterina, que, quando ocorre, o tratamento é cirúrgico; tumores de mamas; tumores testiculares; “gravidez psicológica”, que pode ter como consequência infecção das mamas; doenças geneticamente transmissíveis (epilepsia, displasia coxofemoral, catarata juvenil, etc.), ou seja, aquela que passa dos pais para os filhotes.

2º AUMENTA A LONGEVIDADE – evitando as doenças acima citadas, daremos uma qualidade de vida melhor aos nossos companheiros, aumentando assim o tempo de convivência deles conosco.

3º REDUZ A MARCAÇÃO DE TERRITÓRIO – ao castrarmos os machos cedo, evitamos a marcação de território, ou seja, nada de xixi fora do lugar.

4º REDUZ AS FUGAS – machos castrados não se interessam pelo odor do cio, bem como fêmeas castradas não tem interesse sexual, logo evitamos fugas para o acasalamento.

5. REDUZ A AGRESSIVIDADE – motivados pela excitação sexual constante sem que o acasalamento ocorra, os animais tornam-se agressivos. Ao castrarmos diminuímos esse estresse, por consequência, diminuímos a agressividade.

6. REDUZ A SUPERPOPULAÇÃO – se você não tem interesse em ficar com os filhotes, o melhor a fazer é castrar sua fêmea antes do primeiro cio, pois além de evitar doenças, você também ficará mais tranquilo quanto ao futuro dos bichinhos. Será que eles serão tão bem cuidados quanto você cuida dos seus? Pense nisso!

Agora que você já sabe as vantagens em castrar seu pet, tem que pensar também onde fazer.

A Pet Center Clínica conta com estrutura adequada para realizar o procedimento com o máximo de segurança. Nos moldes de um hospital humano, a castração é realizada em bloco cirúrgico e seu pet é acompanhado por, pelo menos, dois profissionais qualificados: o cirurgião e o anestesista. Além do restante da equipe igualmente capacitada para recebê-los.

CASTRAR É UM ATO DE AMOR!

Com carinho,

Fernanda Xavier, Médica Veterinária CRMV/RS 09420 e
Cláudia Medeiros, Auxiliar Veterinária